Já é oficial: Pela primeira vez na história da indústria musical a renda com streamings foi maior que a renda da venda de físicos (LPs e CDs), o que acendeu um alerta amarelo para o futuro da indústria musical.
De acordo com a RIAA os serviços de streaming juntos faturaram a bagatela de 1,87 bilhões de dólares, já a venda de discos físicos rendeu 1,85 bilhões de dólares. Por mais que a diferença seja "pouca" isso é um fato histórico que não pode passar despercebido, nem as cartas na manga da indústria musical como a Taylor Swift conseguiu frear o crescimento dos serviços de streaming. Visto que o cenário atual é esse, qual será o futuro da música!?
Uma das respostas pode ser a junção dos dois mercados, uma experiência que unisse o streaming e o físico, algo como ouvir primeiro e comprar depois o disco, ou comprar o disco e ter acesso ao streaming do mesmo.
Mas o que pra alguns pode ser solução para outros é atraso, como a apple já declarou, uma guerra ao streaming está sendo construída e particularmente ao spotify, a empresa da maçã acredita que seja injusto apenas uma pequena parte dos usuários pagarem pelo serviço que o spotify fornece e a maioria pode ouvir ~de graça~ qualquer música que quiser em qualquer lugar, o que realmente tem sentido.
E no meio dessa guerra entre streaming x físico nós ficamos no meio, somos bombardeados por jogadas de marketing de ambos os lados, estamos sustentando a carreira de alguns e de outros não, estamos sustentando grandes empresários inconscientemente seja usando serviços ou comprando discos e, enquanto estamos indagando a respeito do futuro da música os chefões da indústria musical estão preocupados em quanto receberão seja por serviços online, físicos ou imaginários... Vender é a busca mais rápida desse meio.