Frame do filme "O Escaravelho do Diabo"de Carlo Milani
Recentemente fui ao cinema
assistir “O Escaravelho do Diabo”, suspense baseado no livro de sucesso de
Lúcia Machado de Almeida dirigido por Carlo Milani. Durante as cenas produzidas
para criar uma atmosfera de suspense e tensão os espectadores riam como se
aquilo fosse trabalhado para gerar uma sensação cômica e de descontração.
Isso me levou a questionar se o cinema brasileiro estaria mesmo preparado para
produzir filmes desse gênero, já que sabemos da grande facilidade que temos de
abordar a comédia e o drama.
Em 2014 fizemos uma crítica ao
filme “Confia em mim”, um suspense dramático que conseguiu carregar o clímax proposto
pelo gênero apenas a partir da metade do filme, seu início é marcado por características
de uma comedia romântica. O filme ficou marcado na época por apresentar ao espectador
nacional a busca dos produtores e diretores brasileiros que trilham novos
caminhos que até em tão são predominantemente dominados pelo cinema internacional.
Frame do filme "Confia em Mim" de Michel Tikhomiroff
Atualmente estão sendo produzidos
vários filmes desses gêneros, mas essa tentativa de se aperfeiçoar na pregação
de susto e na condução do horror não é d’agora. Também em 2014 o Brasil deixava
a comédia e o drama um pouco de lado e estreava o "primeiro" filme de terror, “Isolados”,
um longa que conta a história do casal Lauro (Bruno Gagliasso) e Renata
(Regiane Alves) que resolve passar as férias em uma casa isolada na Serra. Daí
uma série de ataques violentos passam a acontecer no local. Eu tive a
oportunidade de assistir esse filme e ao fim fiquei em estado de êxtase e
animação, é um filme que soube abordar o horror muito bem e terminou deixando
qualquer um de boca aberta, além da bela fotografia e iluminação que ele possui e da fantástica
atuação do casal protagonista.
Frame do filme "Isolados" de Tomás Portella
Porém antes mesmo dessa estreia,
o cinema nacional já vinha sendo invadido por esses gêneros, em 2012 era
lançado “Quando Eu Era Vivo”, um filme com fantasmas e histórias do passado, um
suspense sobrenatural que de quebra trazia Sandy Leah contracenando e cantando
na trama. 2013 trazia Regina Duarte ao lado de Bárbara Paz em “Gata Velha Ainda
Mia”, um filme de segredos, com crimes, sedução e falsa identidade. Voltando um
pouco mais no tempo, encontramos um suspense entre duas Fernanda Torres, se
trata do filme “Gêmeas” de 1999, que traz a competição de duas gêmeas idênticas que
lutam para conseguir conquistar o mesmo marido e prejudicar a vida alheia.
Frame do filme "Quando Eu Era Vivo" de Marco Dutra
Agora em 2016 o cinema nacional
vem sendo ovacionado por conta de vários filmes, entre eles está “O Diabo Mora
Aqui” filme que surpreendeu a todos na Mostra de Tiradentes em Minas Gerais. O
longa gravado no interior de São Paulo traz seu olhar sobre a maldade para o
Brasil, apresentando um thriller pingando a sangue sobre o destino de
dois casais jovens em um casarão colonial. A tensão do longa-metragem dirigido
por Dante Vescio e Rodrigo Gasparini fica por conta da figura
chamada Barão do Mel e um defunto que sai da terra sedento de morte. Ecos do
passado escravocrata brasileiro alimentam a porção fantasmagórica de "O
Diabo Mora Aqui", centrando-se nos rituais para a libertação de um bebê morto ao
nascer e no ódio ancestral de um escravo vítima de humilhações nas mãos do
senhor do casarão. Outro filme que levou o terror e o suspense ao
espectador esse ano é “O Caseiro”, um filme de assombração que traz os clichês
dos filmes do gênero associados a lendas urbanas brasileiras. Como um bicho papão,
uma casa isolada mal-assombrada, a menina que vê fantasmas e o vulto que
acompanha o protagonista nas sombras. O próprio protagonista é um personagem
conhecido, o professor que estuda o sobrenatural e é convidado a investigar o
caso. Esse é o segundo longa de terror dirigido pelo jovem Julio Santi.
Frame do filme "O Caseiro" de Julio Santi
O cinema nacional estar preparado
para vários gêneros, mas é preciso controlar o escape cômico nas produções, já
que na maioria das vezes o uso exagerado da comédia na trama pode escrachar
qualquer gênero trabalhado. E também fiscalizar o abandono do real terror e
suspense em busca de um estilo e de uma produção com cara de “filme de arte”.
Eu ousaria dizer que o espectador nacional é quem tem uma certa intolerância ao
gênero de terror e suspense produzidos no Brasil, é notável que ingerimos todo
tipo de filme produzido no cinema internacional, as vezes engolimos a seco
produções que não conseguem sustentar um roteiro ou preencher buracos na
história mas já entramos na sala de cinema em filmes de terror e suspense
nacional com os dois pés atrás, esperando qualquer falha possível para soltar a
velha piada de “ eu falei, produção nacional termina nos risos”. Portanto, é
preciso abrir mão do pré-julgamento e dar uma chance a esses gêneros
cinematográficos que vem ganhando seu lugar ao sol no cinema brasileiro.
Um dia após liberar a nova versão
para “Bang” no spotify o cantor soltou o clipe para a música, pegando os fãs
dele e da Anitta de surpresa. A versão foi apresenta ao público no “Música Boa Ao
vivo” (programa apresentado pela Anitta no Multishow), e depois do sucesso que
fez com o público entrou para o repertorio dos shows do Tiorc, nada mais justo
que ele gravasse essa versão maravilhosa né?!
E foi o que ele fez, gravou e
ainda fez um belíssimo clipe, onde ele contracena com a atriz Gracielle Gava,
ambos cobertos por tinta neon e iluminados por luz negra. O vídeo é dirigido
por Rafael Kent em parceria com o próprio Iorc. O clipe apresenta uma atmosfera
de fantasia criada pela carga das cores e luzes, e traz uma pitada de sedução e
sensualidade.
Uma banda de rock que traz em seu
ritmo traços de gêneros genuinamente brasileiros como o forró, o baião e o maracatu,
mesclando o som da guitarra a combinações energéticas e regionais, apresentando
um princípio de identidade e estilo inovador. A banda niteroiense vem fazendo
um grande trabalho cultural e musical, trazendo em suas melodias ousadas temas
de cunho social e político. Conversamos um pouco com os meninos da Overdrive e
eles nos contaram sobre essa trajetória no mundo da música, sobre o novo disco
e vários outros assuntos ligado a carreira da banda:
Bang3 - Como surgiu essa banda de rock que traz o Brasil em seu ritmo? E
porque Overdrive Saravá?
Overdrive Saravá - O nome surgiu antes da banda! Como um salve, uma expressão, um grito
que precisava servir para algum fim. Os guitarristas Thiago Henud e Lucas Botti
tinham a vontade de criar um projeto com esse nome e, quando de fato isso se
concretizou, tínhamos consciência da força e da amplitude dessa expressão.
Todos na banda tinham a linguagem comum do rock, seja por projetos anteriores
ou por afinidades musicais, e o Brasil emergiu de forma muito forte nessa
construção. Tentamos criar algo que fosse híbrido, que não fosse lido como um
ritmo especifico do Brasil ou como alguma tradição popular. Bebemos de todas as
fontes através de viagens e estudo, mas o que queremos é experimentar, o
empírico é nossa motivação e assim a cada música que criamos tentamos traduzir
um pouco dessa inquietação e o desejo de transbordar a música em suas vertentes.
Bang3 - Vocês trazem a junção de um som moderno com um som ancestral na
maioria de suas músicas, como surgiu esse processo de junção dessas duas
vertentes?
Overdrive Saravá - Participamos de rodas sejam de estudo ou da própria manifestação
cultural para tentar aprender um pouco mais sobre toda essa ancestralidade e
saberes populares. Nessas se destacam muito forte, por exemplo, o jongo e o
maracatu. Tentamos de forma respeitosa sempre, colocar uma nova interpretação
sobre o que aprendemos. Não temos ousadia ou a arrogância de fazer jongo ou
maracatu, são de fato culturas riquíssimas e trazemos apenas elementos rítmicos,
células rítmicas que dão forma a alguma outra coisa que não sabemos bem
nominar. É uma nova interpretação. Nos é muito cara essa questão de respeito pelo
que estamos construindo e todas as tradições, principalmente estas que vem do
poder da resistência afrodescendente e que em muito são desrespeitadas e
marginalizadas.
Foto: João Pacca
Bang3 - Vocês classificam Macumba Elétrica como estilo da banda, quais são
as características desse estilo e quais influências vocês tiveram na formação
desse caráter musical?
Overdrive Saravá - Nós não nos classificamos não. Surgem algumas tags em busca de
traduzir o que temos construído. É interessante esse esforço, pois nós
precisamos a todo momento, e certamente nos incluímos também como pessoas e
banda, encaixar quaisquer manifestações ou construções em algo que possa ser
nominado ou entendido a partir de algum código ou signo. A gente se entende
como tudo e nada, e sim, eu sei, é foda mesmo de lidar. Nossas influências são
muitas, para não dizer todas. Tudo que nos toca acaba virando referência. E
isso não precisa ser tecnicamente um estilo, pode ser um ruído que escutamos ou
alguma imagem que nos toca e acaba sendo uma forma de nos manifestar musicalmente.
As tradições e culturas populares brasileiras e também afrodescendentes são
muito vivas em nosso repertório. Porém, não engessamos o processo criativo a
isso, lançamos esse disco agora com essa roupagem, mas nem nós fazemos ideia do
que nos espera a frente para próximos trabalhos.
Bang3 - Recentemente vocês lançaram um videoclipe que aborda de forma
artística e performática o empoderamento de um catador de lixo que se descobre
através de objetos que acha durante seu processo de busca. De que maneira se deu
o desenvolvimento narrativo desse clipe? E qual foi a sensação de vê-lo pronto?
Overdrive Saravá - Sem dúvida demos luz a um filho. Orgulho e emoção definem muito o que
é vê-lo no mundo. A construção se deu toda e tão somente pelo nosso
protagonista, Vinicius Andrade, que arrasa com tudo nesse videoclipe! Tínhamos
uma ideia em mente, e queríamos fazer uma espécie de mini documentário. Saímos
com a câmera em mãos nas ruas da Lapa e apenas tínhamos o roteiro inicial
fechado, mas depois que ele emerge frente aos arcos, já não tínhamos mais
controle sobre nada, apenas o seguimos e observamos a obra nascer.
Bang3 - A bandeira do movimento LGBT e de outros movimentos como o
movimento negro e a intolerância religiosa são trabalhadas envolto do
videoclipe, qual a relação de vocês com esses movimentos? Vocês os abordam em
suas músicas?
Overdrive Saravá - Toda forma de ódio deve ser combatida e a arte é um meio de expressão
muito forte pra isso. Dialogamos muito sim com esses movimentos e fizemos
inclusive esse videoclipe de forma muito horizontal, apresentando-o para
movimentos tanto no que tangem o LGBT, como a militância negra e também o
combate contra a intolerância religiosa. Nesse contexto, por exemplo, foi um
empoderamento do próprio Vinicius, que não tenho dúvida que daria uma matéria
linda também falando já do seu trabalho como ator, militante e pessoa
maravilhosa que ele é. Abordamos e questionamos essas temáticas sim nas nossas
composições. Temos o entendimento que todo ato é político e nossa expressão é
traduzida em cima desse ponto tentando ainda que com músicas pesadas, trazer um
pouco de amor e mais compreensão.
Bang3 - O primeiro disco da banda está marcado para ser lançado no início
do próximo mês, qual a expectativa para o lançamento e o que os fãs podem
esperar desse trabalho?
Overdrive Saravá - A expectativa é um coração querendo explodir nossos peitos. É nosso
primeiro trabalho lançado de forma oficial e ver de alguma forma muita gente
ansiosa e compartilhando dessa emoção é algo extasiante, de verdade. Somamos
muitos afetos ao longo da nossa caminhada, esse disco é planejado desde que
iniciamos nossas primeiras conversas sobre este projeto, 4 anos atrás. Podem
esperar muita doideira mesmo, experimentalismo, peso, amor, suor, vontade:
arte!
Bang3 - Como surgiu a ideia do lançamento de teasers com performances como
forma de contagem regressiva e lembrete do lançamento do disco?
Overdrive Saravá - A banda tem uma pegada cênica nos seus espetáculos que é bem
característica. Na parceria maravilhosa de lançamento desse disco com o Estúdio
Cru, estúdio de design que está fazendo toda nossa identidade visual, eles
sugeriram explorarmos e potencializar essa característica. Lançaremos outro
essa segunda dia 15 e depois ainda teremos mais 2 teasers para lançar antes do
dia do lançamento. A equipe Bang3 está mais que convidadíssima pra assistir
isso tudo com a gente no nosso show de estreia, que ainda não tem data, mas já
está sendo bem trabalhado para fazer jus a tudo que estamos apresentando.
Bang3 - Sabemos que o mundo do rock é bem diverso, mas como foi o
reconhecimento do público diante desse som inovador que a banda traz?
Overdrive Saravá - É sempre um estranhamento, seja para bom ou ruim. Pra gente é
compensador tirar o público de um lugar confortável e conduzi-los para outras
formas de fruição. Afinal, o rock nunca foi só rock e tão pouco a música é
estática em todos os seus gêneros. O que propomos é que a arte é plural, ela
vaza, transborda, flerta e transa com outras formas de se expressar em todo o
seu âmbito.
Bang3 - A poucos dias atrás vocês anunciaram a entrada do Renan
Carriço na banda assumindo a bateria no lugar do Fred, o que mudou com
essa alteração?
Overdrive Saravá - Reconhecemos um novo irmão para a caminhada. Nosso Fred sai para
buscar outros espaços musicalmente e também focar no seu Mestrado, e entra
Renan Carriço impondo um peso diferente para a banda, ainda mais agressivo. Ele
é um excelente baterista e estamos felizes com sua entrada para a apresentação
desse nosso novo trabalho. E claro, desejamos todo amor e sucesso pro Fred
nessa nova jornada também!
Aproveitamos o espaço aqui para parabenizar o Bang3 pela iniciativa e apoio a
trabalhos autorais e independentes. Em um mundo tão atormentado e confuso que
estamos vivendo, é importante resistir, debater e se manifestar! Esse espaço
aqui é um mural do que a arte significa pra Overdrive Saravá: nossas vidas!
Poder falar sobre o trabalho e debater as formas do fazer artístico é tão vital
quanto o resultado final da obra e entendemos e louvamos canais de comunicação
como o de vocês para esta finalidade!
SARAVÁ BANG3!
Agradecemos a galera da Overdrive Saravá por nos conceder essa entrevista incrível. Para mais noticias e detalhes sobre o lançamento do novo disco dos meninos e sobre shows entre na page oficial deles no Facebook: Overdrive Saravá
Fiquem ligados no Bang3, breve teremos mais entrevistas divertidas e matérias fantásticas!!!
A banda carioca Cafe Republica
lança seu segundo EP, “Ludere Occultant", bebendo de fontes do rock
psicodélico e progressivo, de Tame Impala a Pink Floyd passando pelo som frenético
da banda brasileira Os Mutantes. O resultado é um trabalho que constrói uma
sonoridade mais madura sobre o primeiro EP, "Sweet Dive in Turtle's
Land" (2014), e os singles já lançados, "Almost nothing can be
planned by us" e "Feels".
Ao longo das faixas, é possível
ouvir o desenvolvimento da sonoridade do grupo, por meio de acordes com
mudanças de ritmo inesperadas e letras simples e profundas.
Formado em 2011 por Octavio Peral
(voz e guitarra), Anderson Ferreira (teclado e sintetizador), Ygor Big
(guitarra), Carlos Juca Sodré (contrabaixo) e Barbanjo Reis (bateria), o Cafe
Republica surgiu durante aulas de um curso técnico em química, que quatro dos
cinco integrantes faziam no Rio de Janeiro. Além da semelhança nos estudos
físico-químicos, os garotos começaram a criar poesia juntos, principalmente
após a apresentação musical de um trabalho escolar. A energia e dinamismo do
grupo fez nascer a banda de rock.
Como todos nós já estamos sabendo e
comemorando, Pitty anunciou essa semana o lançamento de seu novo DVD, “Turnê
SETEVIDAS – Ao Vivo” (Deck), que será no dia 13 de julho, Dia Mundial do Rock.
E para dar uma prévia do que está por vir, ela disponibilizou hoje o primeiro
single, sua versão para o clássico “Dê um Rolê”, dos Novos Baianos:
A música é a primeira do grupo
registrada em um trabalho da Pitty. “Essa música é desejo antigo, faz parte da
minha história. Lembro de ouvi-la desde criança na voz dos Novos Baianos, e
essa ideia do ‘eu sou amor, da cabeça aos pés’ sempre me marcou muito, a
amplitude interpretativa dessa frase e a força dela”. – diz a cantora.
O vídeo lançado hoje é composto por
imagens gravadas durante os shows da turnê do disco mais recente, “SETEVIDAS”,
sendo que grande parte dessas estão no documentário do DVD. “Uma coisa curiosa
sobre essa versão é que ela não estava no roteiro da turnê. Nós resolvemos
tocá-la esse dia, nesse show e essa única vez, como aquelas coisas que a gente
gosta de fazer em shows e que saem da curva do que está combinado. Quando
assistimos o vídeo depois, eu e o Rafael Ramos (produtor do projeto), na hora
de montar o documentário, ela saltou aos nossos olhos e mexeu com a gente. É
essa única performance durante a cobertura da turnê que vocês veem nesse vídeo.
Um take só, do começo ao fim, amor da cabeça aos pés” – conta Pitty.
Chegamos na data de maior
movimentação sentimental no Brasil, onde os casais começam a correr atrás de
presentes, surpresas e momentos especial para esse dia que consideram mágico. Porém
para os solteiros e solteiras é um dia como outro qualquer, só muda que vão passar
a conhecer os parceiros de todos os amigos comprometidos de suas redes sociais.
Pensando nisso, resolvemos fazer
um “Especial Dias dos Namorados para solteiro” simmm, isso mesmo que você leu,
vamos dá dicas para esses serhumaninhos que escolheram ou foram obrigados por
alguma força superior a estarem solteiros no dia de hoje. Se você está achando que a primeira dica é
baixar o Tinder está enganado hahaha ... Vamos selecionar músicas, filmes, séries e
livros para você ocupar seu dia de hoje sem se preocupar com os milhes de coraçãozinho
que tomara conta das suas timelines a qualquer momento.
Para começar com o pé direito,
selecionamos alguns filmes que seria legal ver no dia de hoje. Poderíamos
iniciar essa lista com um filme nacional divertido e alto explicativo, onde a publicitária
que sempre privilegiou o trabalho em detrimento da vida amorosa vai ter que
misturar o amor e carreira quando precisa trabalhar em uma importante campanha
para o Dia dos Namorados cujo cliente é o seu ex-namorado, que a dispensou de
forma humilhante. E assim ela sempre fez questão de dizer que Odeia(o) o dia dos namorados.
Que tal passar (500) Dias com Ela
para tentar entende-la? É isso mesmo que o Tom Hansen faz
nesse filme, tentando entender os motivos do seu romance com Summer não ter dado certo, nos ensinando uma lição valiosa: nunca mais cair
na armadilha de insistir em relacionamentos que sempre tiveram tudo para dar
errado.
E se você acordasse e de repente
tivesse com 30 anos (caso não já tenha hahaha) e não soubesse o que fazia de
sua vida ou com quem mantinha um relacionamento? Foi o que aconteceu com a
Jenna Rink, uma garotinha que queria muito crescer, mas quando o desejo se
realizou a reação não foi a que ela esperava. Esse filme pede sorvete, edredom e
posição fetal.
Na maioria das vezes aquela
amizade verdadeira é uma boa companhia, seja para pegar uma balada no dia de
hoje quanto para se divertir assistindo três garotos loucos que insatisfeitos
com suas vidas resolvem acampar no meio da floresta e virar Os Reis do Verão.
Vamos a outra produção cinematográfica,
se trata de um filme que retrata As Melhores Coisas do Mundo, trazendo
confusões de um adolescente na fase de transformações, dúvidas, descobertas,
amores e primeiras experiências sexuais.
Não quer terminar o dia solteiro?
Você pode dar uma de Scotte do EuroTrip e ir atrás da mulher (ou homem) dos seus sonhos em
outro pais, como por exemplo em Berlim e leva seus amigos juntos para curtir a
viagem por diversos países da Europa arrumando uma confusão atrás da outra.
Vamos conhecer O Lado Bom da Vida
pelos olhos e ações de duas pessoas classificadas loucas pela sociedade mais
que sabem muito bem o que estão fazendo e as decisões que tomam sejam elas na
vida ou no relacionamento.
E para finalizar essa lista,
vamos falar de um casal que a morte uniu mais ainda, ele se foi , mas deixou
pistas para ela continuar sua vida mesmo sem ele, fazendo com que ela soubesse
que poderia ser feliz apenas com suas lembranças.
Quando que imaginaríamos ouvir
uma música romântica e de foça sentimental que nos faz rir ao imaginar as cenas das histórias? É o que vemos na maioria das
músicas da cantora, atriz e comediante Clarice Falcão, que traz em tom irônico melancolia e os problemas que eu e você passamos no dia a dia.
A produção de um som romântico,
mas com uma sacada cômica e divertida faz com que as músicas da cantora pernambucana
tenham uma identidade particular diante das categorias existentes de gêneros
musicais. Um gênero irônico e ao mesmo tempo tão verdadeiro que descreve
sentimentos e ações que normalmente não se encaixariam no padrão estabelecido
pelo gênero.
A cantora que atua em cada música
que interpreta já tem dois discos lançados, Monomania (2013) e esse ano
trabalha em seu disco independente “Problema Meu”. Repleto de músicas
engraçadas e melancólicas como a última música (Clarice) do disco onde a
cantora brinca consigo mesma questionando palavras difíceis presente em suas
canções. Mais claro que isso, só falando da primeira música (Irônico) do disco onde
a Clarice canta de uma forma clara e divertida sobre um falso amor.
A banda de rock baiano "Dona
Iracema" vem agitando os quatro cantos do Brasil com seu hardcore atípico.
Formada atualmente por Rodrigo Bodão, Diegão Aprigio, Enzo Fernandes e Oscar Sampaio. Dona
Iracema é um dos grandes novos nomes do rock baiano pelo fato de encontrarem
uma química ideal que mistura o Rock hardcore com características baianas em
suas letras.
Confira a entrevista:
B3 - Qual a origem do nome "Dona Iracema"?
DONA IRACEMA - O distinto nome, Dona Iracema, reflete nossa admiração
por nomes femininos, que, para nós, representa força. A escolha veio em meio a
uma situação cotidiana, em que a mãe de um dos integrantes ligou para dar uma
bronca em seu filho durante o ensaio, e com o fim do telefonema, a ideia de
homenageá-la foi inevitável. Assim, Dona Iracema foi o nome escolhido para vir
à frente de nossa banda.
B3 - Quais são suas principais influências musicais?
DONA IRACEMA - Temos várias influências que vão além do rock/hardcore,
mas também de ritmos regionais como o baião, forró e maracatu e a partir disso
a banda se lançou no cenário musical baiano com uma nova proposta intitulada de
“Catincore Iracemático”, enfatizando o trabalho autoral, cantado em português,
com um estilo próprio que mescla o rock e a música regional e apresentações
performáticas. Os artistas que nos influenciam são muitos, mas de uma forma
bastante resumida, diria que nossas maiores influências são: Raimundos, Mamonas
Assassinas, Luiz Gonzaga, Dead Fish, Nação Zumbi, dentre outros.
B3 - Vocês colocam várias críticas a sociedade na letra de suas
músicas, além de ser uma característica do hardcore brasileiro vocês utilizam
como forma de expressar o ser político e social do compositor?
DONA IRACEMA - Sim, até porque a música em si é uma arte que também
agrega elementos científicos e políticos, como também expressa nossos
sentimentos, nossa maneira de pensar e agir. Essas referências são adquiridas
através do conhecimento e reflexão, que o compositor acaba agregando aos seus
trabalhos. Em nossas letras, buscamos utilizar das situações pessoais que
ocorrem na banda (nossas próprias histórias) e da crítica social de uma forma
que a linguagem fique mais popular.
B3 - Vocês misturam muito bem o harcorde com ritmos nordestinos, isso
inclusive é refletido na composição. Vocês acham que isso dificulta o
entendimento das canções ou apenas leva mais adiante a fala característica?
DONA IRACEMA - Acho que leva mais adiante a fala característica
(risos). Até porque isso é feito de uma forma muito espontânea, isso faz soar
de forma mais leve ao receptor, facilitando o entendimento. No nosso dia a dia
de banda, tentamos entender também como é o público que nos escuta, isso acaba
nos ajudando nas composições, nesse casamento sonoro do rock pesado e dos
ritmos nordestinos. Por isso também que salientamos elementos da linguagem
popular, falando do povão mesmo, trabalhadores, cidadãos e cidadãs na cidade ou
no campo, eles nos inspiram muito.
B3 - Todo o trabalho de vocês está na internet e de forma gratuita,
contar com a internet como maior forma de divulgação é um grande avanço para
vocês como músicos?
DONA IRACEMA - Com certeza. A partir do momento que você tem uma
ferramenta multimídia, rápida e de fácil acesso, você tem que aproveitar dela.
Hoje não só a Dona Iracema, mas vários e vários artistas estão enfatizando o
uso da internet como forma de divulgação, o meio musical mudou muito e a
internet foi um dos maiores modeladores. Ela é o presente e o futuro.
B3 - Ouvindo o EP "Dona Iracema" dá para notar uma
influência de Raimundos e quem sabe uma versão mais hard de Vivendo do ócio,
vocês se inspiram nesses dois nomes?
DONA IRACEMA - Na verdade o Raimundos foi a nossa primeira referência,
já que no início da banda a proposta era de fazer cover do Raimundos, mas isso
já mudou bastante, realmente no EP fica bem evidente essa influência deles, no
caso do Vivendo do Ócio já não há essa influência direta no som, apesar de
gostarmos muito do som deles e admira-los. Tivemos o prazer de tocar num mesmo
evento que eles participaram no início do ano aqui em Vitória da Conquista,
acredito que tanto Raimundos quando o Vivendo do ócio são inspiradores pra os
artistas do seguimento, mas hoje em dia nossa banda está mais autônoma em
relação a essas influencias do primeiro EP, consolidando um identidade sonora e
evoluindo gradativamente a cada música nova, principalmente depois da entrada
dos novos integrantes. Nós estamos fazendo um som cada vez mais a NOSSA cara.
B3 - Qual será o futuro musical da banda? Vocês estão sempre compondo?
DONA IRACEMA - Estamos sempre compondo e muito em breve estaremos
disponibilizando essas novidades musicais ao público. Estaremos lançando o novo
vídeo clip da banda ainda este ano e do nosso futuro só temos a certeza que
continuaremos trabalhando com seriedade e dando um passo de cada vez, os
objetivos são muitos e acreditamos nem nosso potencial.
B3 - O disco físico ainda é bacana para os fãs, vocês pensam em lançar
versões físicas de seus discos e EPs?
DONA IRACEMA - Nós não descartamos essa possibilidade, mas nosso foco
atualmente é a internet. Como foi dito anteriormente, quando você tem uma
ferramenta multimídia, rápida e de fácil acesso, você tem que aproveitar dela.
Infelizmente o disco físico não está sendo tão utilizado e ele requer um
investimento relativamente grande, coisa que as plataformas virtuais facilitam
bastante e divulgam em maior proporção. Nós vamos continuar divulgando a banda
através desses veículos, lançando novas músicas, novos vídeos e etc; a intenção
é ir melhorando a qualidade sonora e quando lançarmos um álbum inteiro tudo
pode acontecer, talvez a gente lance material físico também.
B3 - "Tabu a dois" a faixa bônus do primeiro EP é uma fuga
das guitarras e mostra um lado romântico da banda. Vocês pensam em investir
nesse lado mais vezes?
DONA IRACEMA - “Tabu a dois” foi realmente uma bônus, um extra, pois
ela não seria lançada, mas a Dona Iracema é uma banda que gosta de arriscar e
aí foi. Até hoje tem gente que pede pra gente tocar ela nos shows. Ela é bem diferente
das outras músicas, mas poderia ter sido, sei lá, um repente... A gente gosta
de arriscar, de inovar, de surpreender, mas atualmente estamos focados em
composições que misturam ritmos regionais e hardcore, uma hora mais pesado,
outra hora mais leve, mas presamos pela sonoridade que se tornou a marca
registrada da banda, que intitulamos de Catincore Iracemático.
Saibam mais
sobre a Dona Iracema e sigam/curtam/ouçam a banda nas redes sociais:
A RiRi mais uma vez vem disposta
a lacrar com sua sensualidade. A cantora lançou agora a pouco mais um
videoclipe de um dos singles presente em seu disco ANTI, essa foi a vez de “Kiss
It Better” ganhar uma imagem audiovisual. Até agora, nenhuma palavra sobre
quando o " Needed Me " próximo single do disco terá seu vídeo
divulgado, mas já está sendo aguardado por todos os fãs.
A cantora divulgou ontem um teaser
e fotos sensuais do videoclipe, onde a cantora está completamente confiável mostrando
suas curvas destacando seu corpo nu sob um fino tecido puro, o que fez com que
os fãs fossem a loucura e ficassem ansiosos pelo lançamento. Agora chegou a
hora de curtir o clipe da diva!
Agora é hora de ficar por dentro
dos lançamentos da semana. O cinema está repleto de estreais incríveis, a
maioria delas de gênero dramático e de boas comedias. Selecionamos os quartos
principais lançamentos dessa semana, curios@? Confira tudo e descubra qual trama
te fará correr para os cinemas...
A Garota de Fogo
Uma garota muito doente tem um
último desejo: ganhar o vestido da personagem principal de uma série de TV
japonesa. Desesperado para realizar o desejo, o pai de Alicia vai fazer de tudo.
Na busca pelo vestido, ele conhece uma jovem com distúrbios e um professor
aposentado que irão lhe ajudar nessa busca para realizar o pedido.
Casamento Grego 2
Depois de toda loucura que foi o
casamento de Toula, ela continua casada com Ian e passam bastante tempo
tentando compreender a problemática filha adolescente. Mas quando o casal
descobre que um casamento de sua família nunca foi oficializado pela religião,
todos os Portokalos se reúnem para mais um grande casamento grego.
O Outro Lado do Paraíso
Em meio a grandes revoluções no
nosso pais, esse próximo filme tem uma importância para o Brasil de 2015. Uma
obra que retrata o breve período que antecedeu o golpe militar de 1964. Onde Antônio
faz o que pode para conseguir dinheiro para o sustento do lar. Já tentou
garimpo, bicos diversos, e agora pensa ter encontrado finalmente seu lugar:
Brasília. Atraído pelas promessas do presidente João Goulart e pela ampla
oferta de emprego, ele se muda para a capital com a esposa e os filhos. O sonho
da prosperidade, no entanto, é interrompido pelo golpe militar e Antônio,
envolvido com o sindicalismo, começa a viver um pesadelo.
Para Minha Amada Morta
Após a morte de sua esposa, o
fotógrafo Fernando torna-se um homem calado e introspectivo. Ele vive cercado
de objetos pessoais da falecida, até descobrir, em uma fita VHS, uma surpresa
que coloca em dúvida o amor da esposa por ele. Fernando decide investigar a
verdade por trás destas imagens, desenvolvendo uma obsessão que consome seus
dias e sua rotina.
Fique ligado nas estreias, confira a classificação
indicativa e corra para o cinema mais próximo para aproveitar as sessões...
Após o EP “Open Road”, a banda
Hover lança o primeiro álbum da carreira. Intitulado “Never Trust The Weather”,
o álbum revela uma nova fase do quinteto e traz composições maduras, sem deixar
de lado a força e potência marcantes na identidade do grupo de rock. Formado
por Saulo von Seehausen (guitarra e voz), Felipe Duriez (guitarra), Lucas
Lisboa (guitarra), Pedro Fernandes (baixo) e Álvaro Cardozo (bateria) o
quinteto chega com uma sonoridade que vai além do primeiro trabalho e exibe um
mix alternativo que vai desde o post-grunge ao post-hardcore, ao stoner e ao
indie. Para acompanhar o lançamento, o single “Teeth” já estreia com direito a
clipe.
O vídeo é uma produção do Studio
Great! e da RedPill Filmes, foi filmado na localidade de um antigo teleférico,
em Petrópolis, na serra fluminense. Cidade natal dos integrantes do Hover, foi
ela quem inspirou o título do álbum, em uma referência a seu clima e montanhas
tomadas por neblina. As cenas acompanham duas personagens, interpretadas pelas
atrizes Clarissa Albuquerque Lima e Manu Machado, vagando por cenários tomados
por um estranho nevoeiro. A direção ficou a cargo de Fabrício Abramov e Hugo
Gama.
No disco, a produção musical fica
por conta de Diego Marx e co-produção de Saulo; e a engenharia de som de
Vinicius Junqueira e Victor Conde Nogueira. As edições finalizadas por Marcio
Biaso e Ricardo Ponte, que também assina a mixagem e a masterização.
O disco de estreia chega em um
momento especial na trajetória do Hover. Apenas um EP destacou a banda em
importantes eventos na cena independente. Entre esses, concertos nas casas
Teatro Odisseia e Imperator, além de passagens pelos estados de Minas Gerais e
São Paulo. O grupo também teve participação no projeto Jovens Tardes, da Rede
Globo, em um evento para mais de mil pessoas no Circo Voador, e na etapa
Brasília do Circuito Banco do Brasil, onde abriu shows para bandas como Linkin
Park, Panic! At The Disco, Skank e Plebe Rude.
Acompanhe a banda e ouça "Never Trust The Weather":
Após três anos afastado dos estúdios,
Fiuk volta a compor e coloca sua nova turnê na estrada a partir desse final de
semana. A estreia da turnê será em Recife no próximo domingo, 27
de março. O cantor, compositor e multi-instrumentista, fará um show acompanhado
apenas por seu violão, vai apresentar "Desejo Proibido" e
"Amor", que fazem parte do repertório de seu novo
álbum, além de seus maiores sucessos, como “Quero Toda Noite”, "Linda
Tão Linda" e outras surpresas. O show, com atmosfera intimista,
marca a estreia da turnê "Nós na Sala", que vai rodar o Brasil.
Além dos demais 365 dias do ano,
hoje especialmente é uma data onde a visibilidade aos portadores da síndrome de
Down é tida como principal ferramenta para a redução da origem de um preconceito
criado pela falta de informação correta. Essa data foi brilhantemente escolhida
para hoje “21/03” porque a Síndrome de Down é uma alteração genética no
cromossomo “21”, que deve ser formado por um par, mas no caso das pessoas com a
síndrome, aparece com “3” exemplares (trissomia). Com isso, nós decidimos
fazer um especial para essa data tão importante, relembrando filmes que abordam
esse tema.
COLEGAS
Para começar, trazemos o primeiro
longa-metragem protagonizado por atores Down no Brasil. “Colegas”, um filme lançado
em 2013 vencedor do prêmio de melhor roteiro do Festival de Paulínia de 2008 e do
Kikito de Melhor Longa Brasileiro no Festival de Gramado, em 2012.
A trama foi inspirada no filme
"Thelma & Louise" (1991), onde três jovens Down apaixonados
por cinema vão em busca de seus sonhos. Juntos, Stalone,
Aninha e Márcio fogem com o carro do jardineiro da instituição em que vivem. Usando
apenas pijamas, eles aproveitam da liberdade alcançada, disparando de carro por
estradas poeirentas, só alternando para usarem roupas de super-herói, de sultão
e de princesa. Atravessando campos de girassóis, passando pelas falésias do
litoral norte gaúcho e até se divertindo em um incrível passeio de balão parando
em Buenos Aires. O filme tem direção de Marcelo Galvão e se passa num universo
onírico, longe da realidade.
DO LUTO À LUTA
Uma análise das deficiências e
potencialidades da Síndrome de Down, problema genético que atinge cerca de 8
mil bebês a cada ano no Brasil. A Síndrome de Down é sem dúvida um problema,
mas as soluções são bem mais simples do que se imagina, principalmente quando
são deixados de lado os preconceitos e estigmas sociais.
LEON Y OLVIDO
Filme de 2004 dirigido por Xavier
Bermúdez. A trama é sobre Olvido uma mulher de 21 anos e Leon, seu irmão gêmeo portador
da síndrome de Down. Os dois ficaram órfãos e começam a enfrentar problemas de
relacionamento, porque começam a ter interesses muito diferentes. Olvido não
quer perder a sua independência para dedicar-se de corpo e alma para cuidar de
seu irmão, mas se sente na obrigação de protege-lo. Neste cabo de guerra, Leon
se sente pressionado pela atitude brusca de sua irmã estar aceitando e
assumindo novas tarefas e papéis em casa e diferentes níveis de
responsabilidade. A falta de apoio social, insegurança econômica, mudanças
pessoais e de trabalho determinam Olvido uma série de situações e momentos
difíceis e são o fio condutor para a vida desses jovens irmãos.
São filmes fantasísticos e com grande importância para a formação educacional e conceitual referente aos portadores da síndrome de down. 21 de março, dia internacional da
síndrome de Down, a maior limitação dessas pessoas especiais ainda é o
preconceito!
A Fox Film do
Brasil liberou o primeiro trailer oficial legendado de O Lar das Crianças
Peculiares, novo filme do diretor Tim Burton baseado no best-seller de Ransom
Rigg "O Orfanato da Srta. Peregrine Para Crianças Peculiares". O
diretor volta as telonas após o insucesso alcançado pelo drama Grandes Olhos
com uma aposta surpreendente. No trailer já podemos ver muito dos efeitos
visuais que irão incrementar as cenas e dar vida aos superpoderes das extraordinárias
crianças.
O longa-metragem conta com Eva
Green no papel da Srta. Peregrine, que cuida das crianças, e Asa Butterfield
como Jacob, um garoto aparentemente comum que ao tentar procurar informações
sobre o passado de seu avô em uma ilha isolada, acaba encontrando um fantástico
abrigo para crianças com poderes sobrenaturais e decide tentar fazer de tudo
para proteger o grupo de pequenos órfãos.
O filme que tem esteia prevista para janeiro de 2017 já
surpreende os fãs do Tim Burton.